quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Somos ou não somos supersticiosos?

             A superstição esta impregnada em nossas mentes, pregamos contra superstição, criticamos quem tem medo de gato preto, quem não passa debaixo de escada, quem tem medo de sexta feira 13 e todas as outras superstições conhecidas, mas quando analisamos os nossos comportamentos não temos outra coisa senão admitirmos que somos sim supersticiosos. Temos medo de tudo, e tudo é castigo, é Deus pesando a mão, vivemos uma verdadeira vida de opressão por causa das nossas superstições.

Veja o que a bíblia diz;
 - Tudo sucede igualmente a todos; o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro; assim ao que sacrifica como ao que não sacrifica; assim ao bom como ao pecador; ao que jura como ao que teme o juramento (Eclesiastes 9:2).
- Este é o mal que há entre tudo quanto se faz debaixo do sol; a todos sucede o mesmo; e que também o coração dos filhos dos homens está cheio de maldade, e que há desvarios no seu coração enquanto vivem, e depois se vão aos mortos (Eclesiastes 9:3) .
         A bíblia diz que tudo sucede igualmente a todos, seja ele o que for, seja crente, ou não crente; o crente igualmente o não crente, é assaltado, fica doente, fica desempregado, sofre acidentes, bate de carro, morre atropelado, a casa pega fogo, a casa desaba, morre em assalto, uma das provas é que as igrejas consideradas por todos sagradas, casa de Deus, são assaltadas. O profeta Elizeu, um grande profeta morreu de uma doença, Paulo era meio cego, Timóteo tinha problemas de estomago, Pedro morreu crucificado e de cabeça para baixo, Paulo foi partido aos pedaços, Estevam apedrejado, João batista cabeça cortada, João do apocalipse, foi jogado numa panela de fervendo, levado para uma ilha, se esses homens vivessem entre nós hoje, diríamos que Deus estava pesando a mão neles, que estavam sendo castigados, porque eram crentes, servos de Deus, diríamos se Deus esta permitindo isso com ele é porque Deus esta cobrando alguma coisa.
          Meu irmão Deus não veio cobrar nada de ninguém, muito pelo contrario, Deus veio pagar, ele pagou a nossa conta - E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, (Colossenses 2:13).
- Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz (Colossenses 2:14).
- Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus (I Corintios 6:20).
- O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo (I Timóteo 2:6).
- Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos (I Pedro 1:18).
   Disse Jesus - E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)
- Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres (João 8:36).
       As aparentes experiências não podem invalidar a palavra de Deus,
- PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito (Romanos 8:1).
- Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca (I João 5:18).
              Se você esta vivendo um momento difícil na vida, isso não é prova de Deus, nem castigo, nem Deus pesando a mão, não é porque você fez aquilo ou deixou de fazer, nada disso, Deus não age assim, Deus é bom, Deus é justo, Deus é misericordioso, Deus é longanimo, Deus é amor, saiba; nós estamos sujeitos aos altos e baixos da vida - LEMBRE-SE A BIBLIA DIZ: Tudo sucede igualmente a todos; o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro; assim ao que sacrifica como ao que não sacrifica; assim ao bom como ao pecador; ao que jura como ao que teme o juramento (Eclesiastes 9:2) .

Pr Josias pereira de assis

presidente do Ministério da Reconciliação

sábado, 27 de novembro de 2010

Somos racistas ou não?

              Dizem que não somos racistas, será que não? Num país onde é necessário cotas para negros na faculdade, obrigatoriedade de participação de negros em concursos, em reality shows e etc., pra mim isso são indícios de que existe sim, racismo em nosso povo. Em minha opinião quando aquela atriz negra aparece na propaganda do IBGE dizendo para o negro responder sobre sua cor, isso é racismo, quando se é preciso criar o dia da consciência negra, parar o país pra dizer que os negros existem e são livres, meu Deus, o que Deus pensa disso, Deus não fez branco e negro, Deus fez seres humanos, dotados de inteligência e o tão falado livre arbítrio. Quando eu leio a bíblia eu não encontro nenhuma passagem onde diz que o branco vai para um lado e o negro para outro após a morte física, eu não conheço nenhuma teoria que diz que após a morte fica, brancos e negros tem destinos diferentes. Os homens é que são discriminadores de seus próprios semelhantes.
                 Em minha opinião qual seria a forma de demonstração de que não há racismo em nosso povo, seria se todos fossem tratados iguais, quando, tanto o negro quanto o branco por competência própria chegasse onde desejasse sem precisar de leis que lhes assegurasse o que lhe é de direito, independente de sua cor, raça, credo e condição social, sim que todos por igual, por méritos próprios acessassem a faculdade, o emprego e todos os lugares possíveis.
                  Se é necessário leis que assegure direito a um e outro, há racismo sim
Eu não sou branco nem negro.
Eu não sou negro nem branco.
Eu sou seu semelhante, sou um ser humano.
Sou seu amigo, seu irmão.
Posso ser seu servo, ou seu senhor.
Ser seu empregado, ou seu patrão.
Nunca estou por cima, em nem por baixo.
Olha pra mim, a única diferença entre nós
é que Deus nos fez, macho e fêmea.

Pr Josias pereira de assis

presidente do Ministério da Reconciliação

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Aniversário do Ministério da Reconciliação

                 A festa do primeiro aniversário do Ministério da Reconciliação foi uma benção, quatro dias marcado pela presença de Deus e pela presença de todos que compareceram, a festa ocorreu nos dias de 18 a 21 de novembro, e contou com a presença do Pr Eduardo dutra como preletor na sexta dia 19 e os cantores Tamires Pragana, Hellem e Pedro Neves alem das caravanas da Ass de Deus no Jardim Queimados, do Pr Jeová e da Ass de Deus de Vila são João, Pr Roberto.

Veja algumas fotos da festa.

Pr Josias pereira de assis

                                                              presidente do Ministério da Reconciliação 

sábado, 6 de novembro de 2010

* Meus filhos podem participar da ceia do Senhor?

            A doutrina da comunhão apenas de adultos é um erro Romanista remanescente, que se incorporou à Igreja devido à adoção da doutrina da transubstanciação pelo Quarto Concílio de Latrão (em 1215). A comunhão é para os crentes e suas crianças. Este é o fato evidenciado pela relação da Páscoa com a Ceia do Senhor, pela natureza familiar dos pactos e sacramentos bíblicos, pela natureza de uma “ceia” e pelo registro histórico. Este assunto não é tratado explicitamente na Escritura, mas a evidência de que as crianças dos crentes devem ser incluídas na comunhão é substancial.
        A primeira comunhão ocorreu na Páscoa, quando Jesus serviu o pão e o vinho na refeição Pascoal. Porque a Ceia do Senhor se originou na Páscoa – de fato, foi na Páscoa, no tradicional passar do pão e do vinho em círculo, que Jesus falou Suas palavras que tornaram este passar num serviço separado – é razoável considerar a natureza da Páscoa para tentar discernir a natureza da Ceia. Isto é consistente com o princípio de 2 Timóteo 3:16-17, de que devemos olhar para as Escrituras do Antigo Testamento para nos ajudar a discernir doutrinas (2 Timóteo 3:16-17). Aqui, se o assunto é se as crianças devem ou não ser incluídas, é lógico que 2 Timóteo requer de nós que olhemos para o culto Pascoal para discernir a resposta.
            
A Páscoa era uma refeição da qual as famílias judaicas participavam, a despeito da idade dos seus membros (a refeição era para a “família” - Êxodo 12:3) e foi antecipado que as crianças perguntariam qual era significado daquele culto Pascoal (Êxodo 12:26). Além do mais, a Páscoa se focalizava, em parte, sobre as crianças, porque ela celebrava como o Senhor em Sua misericórdia livrou os primogênitos, mesmo os infantes (Êxodo 12:27-30). Assim, muito da Páscoa estava focalizado sobre as crianças e requeria a participação das mesmas. As crianças não ficavam em alguma outra sala, numa “igreja para crianças”. Portanto, se Jesus tivesse intentado que a Ceia tomasse um foco inteiramente novo (fora do foco das famílias, do primogênito representativo e da participação das crianças), então, Ele deveria ter assim dito. É um argumento à partir do silêncio dizer que Ele fez uma mudança, mas um argumento textual dizer que a Ceia do Senhor começou num culto que envolvia crianças. De fato, se as crianças estivessem presentes na primeira Ceia, teria sido requerido escrituristicamente que elas participassem. Se o próprio Jesus tivesse excluído as crianças, então, Ele teria quebrado a Lei! Porém, porque nenhuma criança estava presente até onde sabemos, aqueles que são contra a comunhão infantil tomam a oportunidade para sugerir que Deus fez uma alteração radical na natureza da refeição Pascoal, para de agora em diante excluir as crianças, sem qualquer passagem da Escritura para apoiar esta afirmação.
          Há dois argumentos, aparentemente baseados na Escritura, contra a comunhão infantil (também conhecida como pedo-comunhão). Primeiro, há o argumento que, visto que Jesus disse para participar da Ceia em memória dEle (1 Coríntios 11:24), somente aqueles que O conhecem suficientemente bem podem participar, o que obviamente exclui as crianças pequenas. Ironicamente, este argumento é facilmente desarmado ao se notar que a Páscoa era um culto feito em memória, mas, ao invés de excluir as crianças, ele as incluía e até mesmo antecipava que as crianças, não sabendo o porquê estavam fazendo aquelas coisas, pensariam em perguntar (Êxodo 12:26). Se é suposto que as crianças devem ser excluídas quando as coisas são feitas “em memória”, então, as crianças teriam sido excluídas da Páscoa e das outras cerimônias do Antigo Testamento, mas elas não o foram. “Em memória” não parece significar apenas que um crente lembrará o Deus que ele conhece, mas que o povo de Deus (que inclui as crianças dos crentes), como um todo, se lembrará dEle. Similarmente, muitos americanos celebram o 4 de Julho com suas crianças, enquanto tomam a oportunidade para transmitir a história do nascimento da nossa nação. Segundo, é sugerido que, visto que devemos examinar a nós mesmos antes da Ceia, para que não comamos e bebamos de uma maneira indigna (1 Coríntios 11:27-29), devemos excluir aqueles que não são crentes comprovados (mesmo embora, escrituristicamente, devemos presumir que nossos filhos são crentes, porque eles são santificados pelos seus pais) ou que são incapazes de examinar a si mesmos devido a uma falta de capacidade cognitiva. Se este argumento fosse aplicado à Ceia consistentemente, então os retardados e até mesmo aqueles do povo de Deus que já alcançaram o estado da senilidade, seriam excluídos, visto que eles não podem examinar a si mesmos! Deus reconhece que as crianças pequenas não são completamente responsáveis por suas ações. Mesmo que fosse necessário haver um exame para as crianças pequenas, seus pais seriam as melhores pessoas para decidirem se os pequeninos estão em rebelião, e não as próprias crianças. Portanto, esta limitação sobre a Ceia não exclui as crianças. Mas o melhor contra-argumento é simplesmente este: o próprio Antigo Pacto requeria que aqueles que sacrificassem deveriam assim fazer com um coração correto, e fazer de outra forma seria zombar de Deus. É sob o Antigo Pacto que somos primeiramente informados que é melhor obedecer do que sacrificar. Os crentes do Antigo Pacto deviam primeiro obedecer para então sacrificar. Da mesma forma, somos admoestados que seus sacrifícios seriam sem sentido se eles não fossem obedientes. A indignidade, que alguém descobriria via o auto-exame, era relevante para a Páscoa e os outros sacrifícios, todavia, as crianças eram obrigadas a participar. Por que uma continuação deste princípio no Novo Pacto faz com que, repentinamente, as crianças sejam excluídas? Não deveria ser assim.

          Olhando ainda mais para a Escritura para resolver este assunto, notamos que todos os outros pactos ou sacramentos de Deus foram para os crentes e a sua descendência. A noção de que as crianças devem ser excluídas de um sacramento não tem precedente na Escritura. Por exemplo, as crianças dos Levitas podiam comer a mesma carne dos sacrifícios que os pais deviam comer: a Páscoa já mencionada acima. Todas as referências às crianças no contexto dos pactos dizem que as crianças estavam incluídas no pacto. As crianças estavam explicitamente incluídas nos pactos. O outro sacramento principal após a ressurreição de Cristo é o Batismo, que é claramente para os infantes (se você não aceita isto, consiga alguns livros que defendam o batismo infantil e aprenda algo).

          A Bíblia chama a Ceia do Senhor apenas disto – uma “ceia”. Ela usa o grego “ diepnon ”. Esta é uma refeição noturna, não um pedaço de pão de manhã de Domingo (embora não esteja dizendo que não podemos tomar a comunhão nas manhãs de Domingo). Qual família exclui seus filhos da Ceia? Pelo jeito, somente as famílias modernas. Há outros termos que poderiam ter sido usados na Bíblia se a Ceia do Senhor não fosse realmente uma “ceia”. Mas isto não foi feito porque a Páscoa, quando a primeira Ceia aconteceu, é uma ceia, e não uma refeição especial onde as crianças são excluídas.
        A evidência histórica mostra que durante uma grande parte, provavelmente a maior parte, da história cristã, a pedo-comunhão era a norma. Ela ainda é a prática da igreja Oriental. A igreja primitiva a praticava (embora nem todos concordem que ela fosse comum nos primeiros dois séculos – embora não haja evidência substancial para mostrar que não). A Igreja Ocidental praticou a pedo-comunhão ordinariamente até por volta do décimo terceiro século, quando a falsa doutrina da transubstanciação foi completamente adotada e usada como instrumento para impedir a maioria dos adultos, bem como os infantes e crianças, de receber a comunhão. Os Reformadores, desafortunadamente, adotaram a noção Católica Romana moderna de que os infantes deveriam ser excluídos, usando alguns dos argumentos acima. Mas eles foram até mais longe no erro, fazendo a comunhão altamente exclusiva, somente para uma elite dentro da Cristandade, aqueles que eram suficientemente ensinados. O mesmo aconteceu com o batismo. Este não é o padrão bíblico. O padrão bíblico é a admissão ao batismo e à comunhão tão logo alguém se torne um crente verdadeiro. Alguém é excluído da comunhão somente em circunstâncias extraordinárias. Não deveríamos aceitar uma doutrina meramente porque um concílio da igreja aceitou uma falsa doutrina (transubstanciação) e viver com as conseqüências desde então.
          Em conclusão, deveríamos rejeitar a noção Romana de que as crianças podem cuspir sobre o sangue de Cristo e que, portanto, não podem participar da Ceia. Deveríamos rejeitar os argumentos modernos e anti-bíblicos de que as crianças não receberão nenhum benefício deste sacramento porque elas não são suficientemente inteligentes. Não deveríamos pensar que, se nossos pequeninos não podem examinar a si mesmos, então eles não podem participar. Devemos agora excluir os que sofrem de senilidade ou os que são retardados? Certamente que não. A idade não tem nada a ver com os pactos ou sacramentos, da mesma forma que João o Batista pôde saltar de alegria no Espírito, mesmo quando ele estava ainda no ventre de sua mãe. Deus deseja que nossas crianças participem plenamente da vida cristã. Deus irá nos ajudar se os excluirmos? Beneficiar-se-ão eles ao serem deixados de lado, na “igreja” pra crianças?

         “Luz” e “trevas” são termos frequentemente empregados na Bíblia para enfatizar o extremo contraste entre Deus e Satanás e entre aquelas coisas que Deus ama e aquelas coisas que Satanás ama. Deus ama a verdade, da qual Ele mesmo é o único autor. Satanás é o “pai das mentiras”, o autor de toda inverdade. Deus ama a santidade e a justiça, da qual Ele é a fonte. Satanás é o originador do pecado em rebelião contra Deus. Simplesmente não pode haver um erro maior do que atribuir trevas a Deus e ou luz a Satanás. Dizer, por exemplo, que Deus é “a favor” do direito de uma mulher escolher assassinar seu filho ainda não nascido ou que Satanás está atrás das tentativas de eliminar o aborto da proteção legal, é representar Deus erroneamente e em termos grosseiros. É blasfêmia! É chamar Deus de “Satanás” e Satanás de “Deus”. O mesmo tipo de coisa ocorre quando é sugerido que Deus “olha o outro lado”, quando maridos defraudam suas esposas, pois Ele entende que “os homens serão sempre homens”. Bobagem! Deus é extremamente claro: Ele julgará os fornicários e os adúlteros (Hebreus 13:4). Há quase inumeráveis outras formas nas quase a luz e as trevas são regularmente confundidas e mal-representadas em nossa cultura. Precisamos desesperadamente de um senso mais acurado de quão grande coisa é mal-representar a Deus! Nossos dias são dias de acomodação, mesmo dentro da igreja. Simplesmente, não é politicamente aceitável fazer declarações discriminatórias com respeito ao caráter e comportamento humano. Contudo, Deus faz tais declarações em Sua Palavra e nós faremos bem em atendê-las. 1 João 1:6 é um exemplo claro. Se professarmos conhecer e amar a Deus, enquanto nossas vidas são marcadas pelo amor e pela prática das trevas, mentimos para nós mesmos e para os outros. Deus faz com que Seus filhos amem Lhe amem, e por causa disso, amem a luz e odeiam as trevas. 
        Você precisa que Cristo produza esta transformação em você? Chame por Ele, então! Ninguém pode fazê-lo, exceto Cristo! E Ele está disposto!

por 
Rich Bingham

Pr Josias pereira de assis

presidente do Ministério da Reconciliação

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Uma nova pessoa

      " Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo"                   (II Corintios 5:17) 
               Quando João mandou seus discípulos a Jesus para saber se ele era o enviado, Jesus mandou a seguinte resposta para João; anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho. (Mateus 11:4,5) agora o apostolo Paulo expressa da seguinte maneira; Assim que,se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. A pergunta é, será que esse estado de nova criatura é só no que se refere ao caráter e a aceitação a cristo? Será que o poder de Deus através de Jesus se limita apenas a salvação da alma?, ou será que essa transformação, essa nova criatura também pode estender ao individuo por completo.
Que evangelho pregamos.
                  O tipo de evangelho que oferecemos da a impressão de que as pessoas estão perdidas sem origem, parece que foram jogadas nesse mundo abandonadas a sorte, sem um criador, ou quem sabe criadas por alguém que não soube o que fazer delas após a criação, resumindo, alguém criou as pessoas e não soube o que fazer delas, ai agora aparece um salvador, propondo me aceite como seu salvador,que depois que você cumprir a sua etapa neste mundo, após a morte eu levo você pro céu, ta bom. Esse é o evangelho que propomos, esse é o evangelho que oferecemos as pessoas, será que é esse o evangelho que Jesus propôs, vamos analisar!
O evangelho de Jesus.
               “se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. Paulo esta falando que; quem vem a cristo recebe uma nova vida, ou seja, muda de vida, e a mudança é completa, radical, Paulo diz que as coisas velhas passaram e que tudo se fez novo, ou seja, é uma nova pessoa em todos os sentidos, trata-se de plenitude, se era mau caráter, agora é bom caráter, (Efésios 4:28) - Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade. se era pecador , agora é justificado, (Romanos 5:1) - TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; se era doente, agora tem saúde, (Isaías 53:4) - Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. se era pobre agora tem a benção de Deus (Provérbios 10:22) - A bênção do SENHOR é que enriquece; e não traz consigo dores. E veja a resposta de Jesus a João; Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho
_ Jesus evangelizava os pobres.
_ Dava vista aos cegos, pois não tinham recursos para os oculistas daquele tempo.
_ Curava os enfermos, inclusive aquela mulher que gastara todos os seus recursos com a medicina da época, se gastara todo seu recurso agora era pobre, Jesus a curou.
_ todos os milagres de Jesus teve por principio tirar as pessoas de seus sofrimentos, Ele disse; Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. (Mateus 11:28)
–Eu não posso anunciar um evangelho que só oferece o futuro, o evangelho é hoje e futuro.

Pr Josias pereira de assis
presidente do Ministério da Reconcilicção 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O que você acha do casamento entre pessoas do mesmo sexo?

       Há uma grande polemica na sociedade hoje, e as opiniões se divergem e a coisa as vezes ate parte para o lado da agressão, seja ela verbal ou ate mesmo física, eu quero mexer com a sua idéia, antes de mais nada deixa eu me apresentar, sou pastor evangélico, e da assembléia de Deus, sou moderado, não sou extremista e também não estou discriminando ninguém, cada um é livre para viver da maneira que lhe convier, porem veja o que esta escrito na bíblia (Eclesiastes 11:9) - Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo.

               Por falar na bíblia apareceu alguém na mídia dizendo que a bíblia é um livro velho, ultrapassado e que não é sagrado, isso na opinião desse cidadão, vou respeitar a opinião dele, ele pensa assim, fazer o que?, Mas ele também deve respeitar os que não pensam como ele, nós os evangélicos temos a bíblia como o livro sagrado, e para nós, a bíblia é o nosso manual de procedimento, nós procedemos em nossa vida de acordo com as orientações da bíblia, portanto se a bíblia nos orienta que homossexualismo, aborto, casamento entre pessoas do mesmo sexo e outros assuntos abordados pela sociedade hoje são abomináveis para Deus, nós evangélicos com leis ou sem leis vamos continuar vivendo sob as orientações da bíblia, alias as pessoas que compõe a sociedade morrem, más a bíblia permanece, você sabia que a bíblia já foi queimada?, e ela continua ai no mundo inteiro.

Casamento.
O que é casamento para Deus, e o que é casamento para a sociedade?.
Você pergunta para um casal que vivem juntos e tem filhos dessa convivência é uma família claro, vocês são casados, se eles não foram a um cartório e não adquiriram uma certidão de casamento, eles responderão que não são casados, Ambos dirão que são solteiros.
__Para eles ,são solteiros, para a sociedade são amigados, porem para Deus são casados.
__Exemplo: um casal vai ao cartório e casam –se, porem não pratica a relação sexual, nunca tiveram contato sexual, são casados ou não?
__RS: para a sociedade são casados, mas para Deus não.
__Casamento para a sociedade é uma certidão de casamento.
__Para Deus é o ato conjugal.

Vamos definir casamento?
      A palavra casamento vem de acasalar, ou acasalamento, e significa segundo o dicionário Aurélio ,Reunir macho e fêmea para procriação; formar casais ou pares, Juntar-se para formação de um casal.
__Resumindo, se para a sociedade casar é uma certidão que dá direitos a um ao que é do outro, independe de serem do mesmo sexo ou não, podem casar´se.
Porem para Deus, é a união entre macho e fêmea.

( Senhores juizes, vão aumentar os serviços, vai ter mais casamentos, e tambem mais divorcios )

Lembre-sé esta matéria é só um comentário, não tenho nenhuma pretenção.

Pr Josias pereira de assis
presidente do Ministério da Reconciliação

Jesus, o defensor da Igreja

             Meus amados irmãos estamos diante de tantos acontecimentos, tantas novidades, e é preciso manter a nossa estabilidade emocional. O inimigo é astuto e ele sabe muito bem usar as suas estratégias, ele sabe que mexendo com o seu emocional, ele tira a sua estrutura, e deixa você vulnerável, não se preocupe com certas coisa que você vê na internet,  o satanismo hoje é uma realidade, a tentativa  de parar a igreja é antiga, más fique com as palavras de Jesus em Mateus 16:18 - Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; quem defende a igreja é o fundador dela  JESUS.
(Salmos 46:10) - Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.

Pr Josias pereira de assis
presidente do Ministério da Reconciliação